Desde sua chegada ao Inter, no início de 2008, Andrezinho mostrava felicidade em estar no clube, mas se sentia um pouco incomodado. Passou Abel Braga, chegou Tite, teve Mário Sérgio e ele não era titular apesar das boas atuações. Era como se uma tatuagem tivesse sido lhe feita, carimbando o como o 12º jogador do elenco. A alcunha não lhe satisfazia. O meia queria ser titular.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
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